Para que serve um diagnóstico
Diagnóstico não é relatório: é priorização. Ele mostra onde está a maior perda de dinheiro hoje e o que deve ser atacado primeiro. A maioria das empresas não sofre por falta de ideias, e sim por executar cinco frentes ao mesmo tempo sem terminar nenhuma.
As seis frentes que precisam ser avaliadas
Vendas (funil e follow-up), marketing (constância e oferta), gestão e rotina (tarefas, agenda, responsáveis), pessoas (papéis e ritmo), indicadores (o que é medido) e ferramentas (o que sustenta a operação). Nota baixa em qualquer uma delas limita todas as outras.
Sinais clássicos de gargalo
Lead que entra e não é respondido no mesmo dia; proposta enviada sem retomada; mês fechando por acaso; equipe ocupada sem prioridade clara; marketing que publica quando sobra tempo. Cada sintoma aponta para uma frente específica.
Do diagnóstico ao plano de 90 dias
Escolha no máximo duas frentes por trimestre. Mês 1: estruturar (processo, etapas, responsáveis). Mês 2: rodar com medição semanal. Mês 3: ajustar e padronizar. Duas frentes bem resolvidas valem mais que seis iniciadas.
Como acompanhar o avanço
Reavalie as notas a cada 90 dias com os mesmos critérios. Progresso visível sustenta disciplina do time — e mostra, com número, que a empresa saiu do lugar.


